domingo, 01/11/2026

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Diário de Maringá

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Dor na relação sexual: saiba quando é hora de procurar ajuda médica

A dor durante a relação sexual é uma realidade que muitas mulheres enfrentam em silêncio, especialmente quando se trata de dispareunia, um termo médico que descreve esse tipo de desconforto. Estima-se que de 10%…

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A dor durante a relação sexual é uma realidade que muitas mulheres enfrentam em silêncio, especialmente quando se trata de dispareunia, um termo médico que descreve esse tipo de desconforto. Estima-se que de 10% a 28% das mulheres experimentem essa dor em algum momento, e a situação é ainda mais grave entre aquelas diagnosticadas com endometriose, onde a incidência pode chegar a 45%. Em um momento que deveria ser de conexão, o que se vê é um travamento do corpo e a necessidade de criar desculpas para evitar novas experiências dolorosas.

A endometriose é uma condição que se caracteriza pelo crescimento de um tecido semelhante ao que reveste o útero em locais inadequados do corpo, como atrás do útero. Essa situação provoca inflamação e adesões entre os tecidos ao redor, resultando em dor intensa durante a relação sexual. Muitas mulheres relatam que a dor é sentida mais profundamente, ao invés de na entrada do corpo, o que pode ser ainda mais confuso e frustrante.

Além do aspecto físico, a dor gera um peso emocional difícil de lidar. Muitas vezes, a parceira não consegue explicar o que está sentindo, e a falta de compreensão do companheiro pode levar a um afastamento ainda maior. Segundo o cirurgião Tiago Castilho, especialista em endometriose, essa vergonha ou a crença de que a dor é apenas psicológica fazem com que muitas mulheres demorem anos para buscar ajuda médica, atrasando o diagnóstico e o tratamento adequados.

É fundamental que as mulheres estejam atentas aos padrões de dor durante a relação sexual, especialmente se a dor é intensa e acompanhada de cólicas fora do período menstrual ou dor ao evacuar. Esses sinais devem ser investigados por um ginecologista, que pode solicitar exames de imagem como ultrassom transvaginal e ressonância magnética para um diagnóstico mais preciso.

A dor não deve ser encarada como algo normal a ser suportado. No consultório do Dr. Tiago Castilho, a abordagem é holística, levando em conta tanto o aspecto físico quanto emocional do tratamento. Com mais de 10 anos de experiência, ele utiliza técnicas minimamente invasivas e oferece um cuidado integral que considera todas as necessidades da paciente, desde a preparação até a recuperação pós-cirúrgica.

Se você está enfrentando essa situação, não hesite em buscar ajuda. Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato pelo telefone (44) 99169-8161. A saúde e o bem-estar devem sempre estar em primeiro lugar.