domingo, 01/11/2026

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Diário de Maringá

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Esposa relata experiência impactante após marido passar mal durante transfusão em hospital paranaense

Uma situação alarmante ocorreu em um hospital de Londrina, no Norte do Paraná, quando Roberto Carlos Machado, de 60 anos, sofreu uma grave reação durante uma transfusão de sangue. A esposa dele, Vanderleia Machado,…

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Uma situação alarmante ocorreu em um hospital de Londrina, no Norte do Paraná, quando Roberto Carlos Machado, de 60 anos, sofreu uma grave reação durante uma transfusão de sangue. A esposa dele, Vanderleia Machado, estava ao seu lado e relatou momentos de desespero ao perceber que algo estava errado. Segundo ela, a equipe médica teria administrado um tipo sanguíneo incompatível: enquanto Roberto é do tipo O, as bolsas de sangue utilizadas eram do tipo A, o que é inaceitável para pacientes dessa classificação.

O aposentado, que estava internado na Santa Casa de Londrina desde a última segunda-feira (19) para tratar uma anemia, foi rapidamente transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após a reação adversa. A família apresentou uma foto da bolsa de sangue utilizada, que confirmava a tipagem incompatível. Em um relato angustiante, Vanderleia descreveu como viu seu marido “morrer e voltar”, tamanho foi o impacto da transfusão equivocada.

A equipe do hospital, por sua vez, afirmou que tomou medidas imediatas assim que a reação foi identificada e que Roberto está se recuperando bem, apresentando boa evolução clínica. O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) já anunciou que irá investigar a conduta dos profissionais envolvidos na transfusão.

Em um momento de desespero, Vanderleia também revelou que, ao pedir ajuda, foi agredida por um funcionário do hospital, que a teria golpeado no braço. A Santa Casa de Londrina declarou que está apurando a situação e que acolheu os familiares, mas a indignação permanece entre aqueles que vivenciam essa triste situação.

Este incidente levanta discussões sobre a segurança e o protocolo nas transfusões de sangue, o que é vital para que erros desse tipo não voltem a ocorrer. A expectativa é que as investigações tragam à tona as responsabilidades e ajudem a evitar que outras famílias passem por experiências tão traumatizantes.