Durante o Outubro Rosa, o tema do câncer de mama ganha destaque, mas a preocupação com a saúde das mamas deve ir além desse mês. Muitas mulheres se sentem seguras por não apresentarem sintomas visíveis, como dor ou caroços, mas essa percepção pode ser enganosa. A ausência de sinais não significa que está tudo bem; exames regulares são essenciais para a detecção precoce dessa doença, que é a mais comum entre as mulheres brasileiras, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma.
A Dra. Sandra Mônica Tochetto, médica radiologista e ultrassonografista da Quanta Diagnóstico por Imagem, reforça a importância do acompanhamento médico e dos exames. “É vital que as mulheres saibam que o principal sinal do câncer de mama é a presença de um nódulo palpável, mas, muitas vezes, a doença não apresenta sintomas nas fases iniciais. A realização de exames de rotina é crucial”, explica.
Com relação à mamografia, as orientações de especialistas são claras: o exame deve ser realizado anualmente a partir dos 40 anos para mulheres com risco habitual de câncer de mama, mesmo na ausência de sintomas. Para aquelas com histórico familiar significativo, o acompanhamento deve ser personalizado.
É importante também saber diferenciar os tipos de exames disponíveis. A mamografia é a principal ferramenta de rastreamento e pode detectar alterações antes que sejam percebidas pelo toque. Já a ultrassonografia é utilizada em casos específicos, como em mulheres com mamas densas. A ressonância magnética, por sua vez, é indicada em situações mais complexas e não substitui os outros exames.
As mulheres devem estar atentas a qualquer mudança em suas mamas, como nódulos, secreções ou alterações na pele. Esses sinais não necessariamente indicam câncer, mas merecem atenção médica. Além disso, o autoexame é uma prática importante, mas não substitui a necessidade de mamografias regulares, que são fundamentais para uma detecção precoce.
Embora nem todos os casos de câncer de mama possam ser prevenidos, adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas, pode ajudar a reduzir os riscos. O histórico familiar também é um fator a ser considerado, mas não é o único determinante para a avaliação de risco.
Para as curitibanas, a Quanta Diagnóstico por Imagem é uma opção para realizar mamografias e outros exames. Com tecnologia avançada, como a mamografia digital e a tomossíntese, a clínica oferece um serviço que prioriza o conforto da paciente durante o exame.
O autocuidado deve ser uma prioridade o ano todo. Mesmo que a rotina seja cheia de compromissos, reservar um tempo para a saúde é essencial, não apenas para o bem-estar individual, mas também para a qualidade de vida ao lado de quem se ama. Conversar com um profissional de saúde sobre quais exames são adequados para cada fase da vida é um passo importante nessa jornada de cuidado.



