domingo, 01/11/2026

25° Maringá Garoa leve · máx 28° mín 21°

Diário de Maringá

25° Maringá Garoa leve · máx 28° mín 21°

Motorista de aplicativo no Paraná é surpreendido ao ser abordado por fiscais e encontrar drogas escondidas com passageira

Um caso alarmante ocorreu na madrugada desta quarta-feira (28) na BR-277, em Prudentópolis, onde uma jovem de 19 anos foi detida transportando quase 4,5 kg de drogas coladas em suas pernas. A apreensão aconteceu…

Compartilhe:

Um caso alarmante ocorreu na madrugada desta quarta-feira (28) na BR-277, em Prudentópolis, onde uma jovem de 19 anos foi detida transportando quase 4,5 kg de drogas coladas em suas pernas. A apreensão aconteceu durante uma operação de fiscalização realizada pela Receita Federal, que visa combater o tráfico e outras atividades ilícitas na região.

A jovem estava viajando com um motorista de 55 anos que a havia pegado por meio de um aplicativo de carona. Além dele, um casal também estava no veículo, e todos afirmaram não ter conhecimento sobre a situação. Eles apresentaram mensagens do app que corroboravam sua versão, sendo liberados após a abordagem. A jovem, no entanto, foi presa em flagrante.

Durante a abordagem, que ocorreu no km 305 da rodovia, a equipe da Receita Federal suspeitou do carro por sua procedência de Foz do Iguaçu, uma área conhecida pelo tráfico de drogas. A descoberta da droga se deu ao passarem pelo detector de metal, um procedimento rotineiro nas fiscalizações. Os 4,47 kg de entorpecente eram de uma forma concentrada de haxixe, conhecida como dry, e a jovem revelou que pegou a carga em Foz do Iguaçu com destino a Curitiba.

Este incidente ressalta a persistente luta contra o tráfico de drogas na nossa região. A legislação é clara: segundo o artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, o tráfico é punido com pena de 5 a 15 anos de reclusão e multa. Entretanto, em casos onde o réu é primário e possui bons antecedentes, as penas podem ser reduzidas.

A sociedade precisa estar atenta a esses acontecimentos e à influência do tráfico, que atinge não apenas os envolvidos diretamente, mas toda a comunidade. O caso da jovem é um lembrete da importância de vigilância e conscientização no combate a esse problema que afeta a todos nós.