domingo, 01/11/2026

23° Maringá Garoa leve · máx 28° mín 21°

Diário de Maringá

23° Maringá Garoa leve · máx 28° mín 21°

Vice-prefeito do Paraná quebra porta de hospital ao tentar entrar com paciente no colo após falha na abertura eletrônica

Uma cena inusitada e preocupante marcou o dia de ontem em Guamiranga, uma cidade tranquila no centro do Paraná. O vice-prefeito Igor Pontarolo, 33 anos, foi preso após um episódio de descontrole que ocorreu…

Compartilhe:

Uma cena inusitada e preocupante marcou o dia de ontem em Guamiranga, uma cidade tranquila no centro do Paraná. O vice-prefeito Igor Pontarolo, 33 anos, foi preso após um episódio de descontrole que ocorreu no hospital da cidade. Ele chegou ao local com uma paciente nos braços, mas a porta do pronto-atendimento não abriu de imediato, o que desencadeou sua raiva.

Imagens de câmeras de segurança do hospital mostram o momento em que Igor, visivelmente agitado, chuta a porta após a primeira tentativa de abertura falhar. Após entrar com a mulher em estado crítico, ele saiu do hospital e, em um ato impulsivo, arrancou a porta do lugar, causando danos significativos. A situação não passou despercebida e gerou um registro policial que resultou em sua prisão por ameaça, dano qualificado e desacato.

O episódio começou quando o vice-prefeito estava em um velório e foi chamado para ajudar uma amiga da família que desmaiou. Em seu depoimento, ele alegou que estava nervoso, pois a mulher estava convulsionando. A defesa de Pontarolo se manifestou, dizendo que ele agiu em “estado de necessidade” e que sua intenção era salvar uma vida.

A Prefeitura de Guamiranga também se posicionou sobre o incidente. Em nota, ressaltou que ainda está apurando os fatos e que irá garantir uma análise imparcial da situação. A administração municipal reafirmou seu compromisso com a transparência e a preservação do patrimônio público.

A Polícia Civil está investigando o caso para entender melhor as circunstâncias do evento. A população local, que assiste atenta a essa história, se pergunta sobre as consequências desse ato impulsivo de um representante público em momentos que deveriam ser de cuidado e solidariedade.